ENTREVISTAS

Entrevista a … Pedro Cardigo

Pedro Cardigo é fotógrafo desde que, aos 8 anos, lhe foi oferecida uma câmara polaroid. Desde então, já fotografou com muito equipamento diferente, e em estilos muito diversos. Hoje, e passados 31 anos, desenvolve uma actividade fotográfica dividida em duas vertentes: uma comercial, onde desenvolve trabalhos específicos para clientes, e outra pessoal, onde pode exprimir-se criativamente através da fotografia.

1. Trabalhas “by the book”, ou gostas de inovar e experimentar técnicas novas?
Gosto de inovar e de testar técnicas novas. Apesar de na fotografia existirem regras base, que devem ser dominadas por todos que a levam a sério, existem depois muitos caminhos a serem explorados.

2. Quando não sabes o que vais fotografar, qual é o equipamento que usas?
Normalmente se sei que vou fotografar, mas não sei o quê, levo uma máquina e uma 35mm e uma 50mm. 

3. O que fazes quando precisas de algum acessório que não tens? Não fotografas ou tentas improvisar? Podes exemplificar?
Depende do acessório, e depende da facilidade com que o posso obter. Só se for um acessório muito critico para a situação em causa posso adiar o projeto… Por defeito tento ser criativo e resolver o problema.

4. Que software usas para o processamento fotográfico? Que software gratuito aconselharias?
Uso o Lightroom CC e o Photoshop CC. Também uso o Capture One. Não aconselho software gratuito, simplesmente porque não há receitas milagrosas, e o software tem uma influência muito grande no resultado final. Os bons softwares sabem “interpretar” bem os raws, os maus não. Existem algumas opções mais baratas no entanto que podem ser exploradas, como o raw converter da SILKYPIX.

5. O que é que gostavas que te tivessem ensinado antes de teres começado a fotografar, e só aprendeste mais tarde, às tuas custas?
Eu considero o processo de aprendizagem muito importante pelo processo em si. Tecnicamente não me lembro de nada que gostaria que me tivessem ensinado, antes de começar a fotografar. Agora de uma forma geral a fotografia muda a forma como vemos o Mundo, e é um caminho sem fim. É uma aprendizagem constante.

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