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Ano Novo, Segurança Nova. É possível estar seguro com o Equipamento Fotográfico na mala do carro?

A segurança do nosso equipamento fotográfico é algo preocupante. Quantas vezes não somos obrigados a deixar o material no carro enquanto vamos a um qualquer lado?! Este artigo alerta para os perigos, mas também para a forma de minimizar os prejuízos pelo “abandono” temporário de um investimento feito.

Não há forma de estarmos seguros ao deixar a câmara e as lentes na mala do carro. Por muito bem escondidos que estejam, há sempre uma forte probabilidade de sermos assaltados.

Nos dias que correm, eles – aqueles que teimam em ter produtos sem gastar qualquer maquia – estão dotados de material capaz de detetar, por exemplos a existência de baterias de lítio. Ao aproximarem um “aparelhómetro das viaturas estacionadas, sabem se lá dentro está um potencial alvo de roubo.

Não há uma forma eficaz de proteger o nosso património, mas podemos minimizar o problema de roubo. Estas ações preventivas contam com o combate ao impulso e ao tempo que Eles demorarão até se conseguirem apoderar do material alheio. Por norma as ações são rápidas e certeiras. Tudo o que pudermos fazer para os obrigar a estar mais tempo do que o desejado junto à viatura são probabilidades de salvarmos o nosso investimento.

Antevisão

A forma mais fácil de não sermos roubados é, obviamente, não deixarmos o material no carro. Lembro-me de há uns anos ter acontecido o mesmo com os auto-rádios, sendo que a prática passou a ser deixar os painéis destacáveis debaixo do banco do condutor. Aquela que era uma ação preventiva, rapidamente se tornou em prática comum, deixando de surtir qualquer efeito. Eles sabem onde procurar e, por conseguinte, é mais fácil prevenir que remediar.

O primeiro (e o melhor) conselho que tenho para dar é, obviamente, não deixar nada no carro!

Zonas de difícil acesso

Todos os carros têm uma zona de difícil acesso. Seja num alçapão, no local do pneu suplente ou até mesmo debaixo da caixa de ferramentas. Tudo o que os fizer perder tempo, é uma forma de podermos manter o que é nosso.

Por norma as ações levadas a cabo pelos assaltantes são de curta duração. Detetam a existência do material, abrem o carro e levam o que está à mão. No caso de podermos esconder a mochila num local de mais difícil acesso, leva a que o alarme atraia a atenção de terceiros, deixando-os desconfortáveis e com menos tempo para a fuga. Assim, é provável que possam ir embora mesmo antes de conseguirem o que pretendem.

Cadeados e Aloquetes

Ao se depararem com uma dificuldade extra, muitos não estão preparados para cortar este tipo de proteções. Os aloquetes são normalmente feitos com cabos de aço, de difícil corte.

Assim, percebam qual o melhor local onde poderão prender a mochila ou saco. Mas lembrem-se que não devem usar a alça ou qualquer outro ponto de corte fácil (tais como as alças ou pegas existentes nas mochilas). Aí, rapidamente e com auxílio a um qualquer canivete ou até mesmo faca, o resultado será o menos esperado).

Tentem usar uma caixa de plástico rijo, com uns quantos aloquetes básicos (4 – um em cada lado) para prender a tampa à caixa propriamente dita e um aloquete que a segure ao carro…

Imagem recolhida da internet

 

Ainda assim convém salientar que há sempre uma forma de podermos ver o nosso investimento subtraido do valor existente naquele “reservatório”, portanto nunca devemos confiar em demasia.

Modificações estruturais

Há quem proceda a outro tipo de alterações básicas nos seus carros, como criar um compartimento secreto e selado, modificando o reservatório do pneu. Contudo, não parece que esta seja uma alternativa viável. Considerem o caso de acidente ou até mesmo de termos/querermos trocar de carro… Todo o dinheiro gasto na criação da “caixa forte” é deitado fora.

 

Mais vale prevenir que remediar!

 

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