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O vídeo como extensão da fotografia. Qual o futuro do fotógrafo?

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A fotografia é um mundo, uma paixão! A dificuldade de vingar neste mercado está cada vez mais ameaçada. Mas será que o vídeo traz um novo alento?

O nosso objetivo é fotografar. Considerando que este tema nos traz a satisfação para uma desejo ou uma necessidade, a forma de lucrar com ela está ameaçada. Cada vez mais a polivalência é um requisito e a evolução tecnológica aponta o vídeo como uma ferramenta de eleição.

A utilização da fotografia continua a ser necessária e, por conseguinte, há mercado para tal. Contudo, com a introdução do vídeo para fins institucionais e promocionais, com a evolução do Youtube e a capacidade de “fotografar” com “câmaras de filmar“, a escolha recai sobre a polivalência de quem o(s) executa.

Talvez por uma aproximação real entre o mundo do estático e do dinâmico, talvez por uma questão de poupança, talvez pela abertura de outras (novas) saídas profissionais, os fotógrafos devem (deveriam) abraçar igualmente o vídeo. Temos conhecimento de alguns testemunhos de quem fez recentemente este upgrade e que, inclusivé, constatou a natural evolução até na fotografia.

Há muito que a fotografia ensina o vídeo, mas há igualmente alguns ensinamentos no sentido oposto. As câmaras fotográficas são usadas para filmar. As suas capacidades chegam para grande parte das produções encomendadas. Já aqui abordamos a utilização das câmaras de filmar para a captação fotográfica. É sabido que uma nunca executará com excelência o trabalho da outra, mas importa saber qual a finalidade para que se destinam.

A utilização de vídeo para a web (youtube ou outra plataforma), embora possa ter qualidades elevadas de 4k, o certo é que a exigência de quem assiste ao vídeo é reduzida. Sabemos que o streaming é tão mais lento quanta melhor qualidade tiver o vídeo. Se quero qualidade, procuro outras saídas como o cinema, por exemplo.

No que respeita às fotografias, o cenário é semelhante. Pode parecer impossível, mas acreditem que todas as fotografias que uso neste blog têm a definição de 28 pixeis. Muito baixo para uma impressão, mas mais do que suficiente para sites e publicações online.

Numa perspetiva de rentabilidade e de saídas profissionais valerá a pena o esforço de “entrar” no vídeo? Com que postura vêem a aglutinação destas duas áreas? Consideram que a vertente de vídeo possa vir a ser q sobrevivência da fotografia?

 


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