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Sozinho ou acompanhado? Como devemos fotografar?


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A fotografia é um elo de ligação entre muitos entusiastas. Contudo, poderá nem sempre ser benéfico praticá-la em conjunto. Será melhor fotografar sozinho ou em grupo?

Por definição o Ser Humano é um bicho de comunidade. Vive em conjunto com os demais elementos da sua tribo e trabalha em prol de um bem comum. Só que por vezes as situações são únicas e pode ser preferível fotografar sozinho.

É sabido que devemos praticar, que devemos aproveitar o conhecimento e a vivência dos demais fotógrafos para, rapidamente, evoluirmos. Workshops, photowalks, sessões de grupo são boas opções para o trabalho colaborativo. Mas há outras razões que nos levem a escolher fotografar sozinhos.

A escolha do cenário

Gostamos de agradar a gregos e a troianos, por isso é normal que condicionemos as nossas escolhas de acordo com a aprovação da maioria do grupo. Sendo que sozinhos temos a capacidade de decidir quais os locais que mais nos agradam para fotografar.

Disponibilidade

Outra questão que pode fazer com que queira fotografar sozinho é a questão da disponibilidade. Ora me dá mais jeito fotografar de manhã, ora à tarde ou à noite. Não estando dependente de ninguém, a escolha do melhor horário (e dia) para praticar. Fazer street photography e manhã, ir almoçar a uma esplanada e gozar um pouco de turismo (ainda que na nossa própria cidade) e aguardar pelo por do sol é uma decisão única e pessoal.

Praticar a “tentativa erro” e aprender

Livremente, sem qualquer pressão, podemos fazer as experiências que desejarmos. Um ângulo mais esquisito, uma perspetiva diferente podem resultar numa fotografia única. Sem avaliações ou tentativas de correção por parte de quem nos acompanha, sozinhos aprendemos melhor.

 

Mas também há vantagens em fotografar em grupo… Delas queremos salientar algumas que nos parecem as mais proveitosas.

Partilha

A patilha de experiências e conhecimentos pode, como referimos anteriormente, ser muito vantajosa. Principalmente se estamos num grupo onde os seus elementos estão mais habituados a determinado tipo de exercício, a capacidade de assimilação vai ser brutal.

Divisão de custos

Imaginemos um cenário em que temos de alugar material fotográfico. Através de empresas como a DigitalAzul ou a Fragmáticos, temos acesso a soluções que de outra forma são impensáveis. Neste caso podemos partilhar equipamentos e custos, permitindo-nos uma (ou várias) configuração mais profissional. Diluir o valor do aluguer pelos diferentes intervenientes parece ser uma solução inteligente.

Segurança

Atentemos ao tema em voga do “Urbex”. Fotografar zonas abandonadas pode ser bastante perigoso. Não só pelos eventuais ocupantes ilegais de cada local, mas pela irregularidade e insegurança do piso. Assim, o facto de estarmos acompanhados e termos alguém que nos dê a mão pode até salvar-nos a vida.

 

Assim sendo, fotografar acompanhado ou sozinho? Será sempre uma decisão pessoal que devemos considerar de acordo com o que desejarmos fazer. Devemos sempre equacionar os pós e os contras de cada solução.


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