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O passatempo do fotógrafo


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Nem só de trabalho vive o Homem. Há que descansar e fazer outras coisas que nos descontraiam. Uns socializam, outros viajam. Este faz … arte! É uma opção como qualquer outra, não fosse a base continuar a ser a fotografia.

João Pedro Cezanne é fotógrafo. Já foi entrevistado por nós e é (pessoalmente) um profissional que seguimos nas Redes Sociais. Para nosso espanto, ficamos a conhecer a sua outra faceta. É por passatempo que transforma câmaras fotográficas antigas em peças de arte e decoração.

O que começou por ser uma brincadeira, rapidamente passou a assumir uma importância mais séria. Paralelamente à sua vida profissional este artista (sim, porque isto é de artista…) usa máquinas fotográficas antigas para criar peças de decoração. Cria essencialmente luminárias, embora hajam outros projetos. Hoje, passado algum tempo que não conseguimos quantificar, usa o seu dote e bom gosto para rentabilizar uma paixão.

Não fossem esses os nossos “ensinamentos” (rentabilizar a fotografia enquanto utilização não profissional), o João Pedro trar-nos-ia uma grande lição. No caso dele não fotografa, mas continua relacionado com o tema da fotografia.

Hoje, para além das suas criações que vende, trabalha por encomenda. Os seus trabalhos têm-lhe dado projeção (essencialmente no instagram) e as encomendas caem-lhe no email. Há sempre alguém que tem uma câmara fotográfica antiga e que gostava de a usar de uma forma diferente. Se vai estar exposta, ao menos que tenha uma finalidade prática. Rapidamente aquele equipamento vira um candeeiro.

São vários os trabalhos que desenvolveu, nem todos com câmaras fotográficas, mas é com estas que ele gosta de trabalhar. Os trabalhos estão expostos uma pequena loja chamada arrobpragaragem dentro do  “Armazém 93“, em frente à Alfândega do Porto.

 

No caso concreto desta máquina de escrever, convém salientar o facto de continuar a funcionar em perfeitas condições. Ainda assim, foi-lhe feita uma ligeira adaptação em duas das letras. Não podendo precisar quais são, apenas interessa referir que, carregando numa tecla/letra, o candeeiro liga. O processo inverso é levado a cabo com uma letra diferente.

Caso os equipamentos se encontrem em perfeito estado de funcionamento não haverá (a menos que o próprio cliente o solicite) alteração física. Ou seja, uma máquina fotográfica que esteja operacional poderá ser adaptada e ainda assim, “desadaptando” volta a cumprir com o seu propósito inicial.

Não deixem de consultar o facebook e o instagram do projeto I Reuse Light e encomendem o vosso exemplar. Os valores são a partir de 70€, mas considerem que as peças são únicas e especialmente criadas a pensar em cada um (individualmente). Não há produção em série e, por essa razão, o preço dos candeeiros pode sair um pouco fora do tradicional. Ainda assim vale a pena!

Aqui está uma pequena amostra do que podem encontrar…


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