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Não queres ser assaltado? Protege o equipamento


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Ser assaltado é algo que ninguém deseja. Além do incómodo, é todo o investimento que é perdido, para já não falar das complicações legais sem (em grande parte dos casos) retorno.

Não há uma fórmula definitiva que me impeça de ser assaltado. Há mil e uma forma de detetar equipamento na mala do carro, através de detetores de baterias, bem como esquemas bem montados para nos tirarem o material e, até mesmo, as mochilas.

A “solução” passa por nem lhes dar oportunidade de aproximação. Para isso há todo um conjunto de ações que podemos levar a cabo para proteger a nossa integridade física bem como o equipamento fotográfico. Os cenários variam de acordo com as situações. Em viagem ou trabalho, perto ou longe de casa, tudo depende… Contudo, seguem os nossos conselhos.

Point and Shoot

As câmaras mais básicas têm hoje em dia grandes capacidades e qualidade de imagem. Os próprios telemóveis são muitas vezes usados para fazer grandes sessões fotográficas, em detrimento das vulgares DSLR.

Poder usar uma câmara pequena, nada aparatosa, que facilmente é guardada no bolso do casaco ou das calças pode ser uma solução inteligente. Dá-nos mobilidade e capacidade para fugirmos se assim for necessário. Posteriormente, em pós produção, podemos arranjar as fotografias de modo a podermos aproximá-las dos resultados mais profissionais.

Fita Vedante

Para isolar eletricamente cabos e fios, existem fitas isoladoras de várias cores. O preto continua a ser a cor mais apetecida. Não só por uma questão estética, é aquela que menos impacto e atenção traz para os olhos indiscretos dos assaltantes.

Por norma, quem anda atrás deste tipo de equipamentos, tem noção do valor de cada marca/modelo. Não é difícil perceber que uma full frame é mais cara que uma crop e que uma objetiva f/2.8 vale mais do que uma f/4. Assim, sem “dizeres”, as câmaras e as objetivas podem passar por “todas iguais”. Dificilmente dá para perceber se o roubo vai render um valor que justifique ser apanhado ou levar um murro. Não é uma solução, apenas uma forma de reduzir a possibilidade de ser assaltado. Tapem todas as inscrições da vossa máquina/lente.

Autocolantes

Em sites como o Ebay e semelhantes é possível encontrar autocolantes que simulem o mau estado do equipamento. Uma câmara com riscosmossas não tem grande valor de mercado. Não há muita gente, mesmo no “mercado paralelo” a querer comprar uma câmara com sinais aparentes de maus tratos. Não apenas por uma questão estética, mas porque é um equipamento delicado e qualquer queda pode ditar um mau negócio para o comprador.

Variedade

Deixem-se de preciosismos e levem apenas o equipamento que julgam ser estritamente necessário. Não só se poupam em termos de peso como no valor que podem vir a perder caso venham a ser realmente assaltados.

Usem o equipamento disponível, pratiquem a perspicácia e a capacidade de improviso. Não confiem em demasia na tecnologia e nas capacidades de cada acessório para o desenrolar de um trabalho fotográfico.

 

É normal que estas dicas possam variar de pessoa para pessoa, de ocasião para ocasião. Mesmo em férias, é normal que queiramos levar as melhores lentes e o melhor corpo para tirarmos aquelas fotografias de criar inveja aos nossos amigos. Mas lembrem-se que querem ser falados pelas fotografias e não pelo facto de terem tido uma má experiência no estrangeiro.

 

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