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Guerra aberta ao número de lentes. Quem tem mais?


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A minha é maior que a tua! Tenho mais do que tu! São duas frases comummente usadas nas guerras de pertences. Ter mais e melhor costuma ser significado de qualidade. Será?

A fotografia de smartphones tem vindo a ganhar cada vez mais terreno no panorama da utilização diária. A qualidade das lentes (e a quantidade) são fatores decisivos para a escolha de um smartphone.

Todos os dias somos brindados com novos modelos de telemóveis. Não sei se por “defeito de profissão”, mas cada vez mais a guerra se situa entre a capacidade da bateria e a qualidade fotográfica. Os chineses vêm apresentar o conhecimento que têm vindo a adquirir na produção de produtos para as grandes marcas. Agora, em nome próprio, apresentam réplicas dos objetos de desejo. Sejam o Samsung S8, seja o iPhone 8 (ou até mesmo o X) têm concorrentes de peso.

São parecidos, a um preço mais baixo. Assim, para os que não querem gastar tanto dinheiro para ter o original, pode enganar com uma réplica…

Mas a guerra parece estar a tomar outro rumo. Desde a Light, com 16 lentes, passando para o mais recente Huawei P10, nota-se que o público já não se contenta com uma só lente no smartphone. Haverá mesmo necessidade de ter mais do que uma lente para obter melhor qualidade de imagem?

Pessoalmente uso um Huawei P10 e já fiz o teste… Tapei uma lente e fotografei. Depois fiz a mesma fotografia com as duas lentes. Confesso que não vi diferença. Em pesquisas mais aprofundadas percebi que a segunda lente serve para “os pretos e brancos”.

Agora vem a público a notícia do lançamento do novo P20 com 3 câmaras. Depois saiu que o Honor 9 Lite trará 4 câmaras (mas são duas traseiras e duas frontais)… Qual a necessidade? Ao preço que os produtos saem para o mercado, passaremos realmente a escolher telemóveis em vez de câmaras fotográficas?

Pessoalmente não acredito na substituição… Apenas acredito que o smartphone possa ser um complemento ou um desenrasca com cada vez melhor qualidade. Será que, em vez de apostar no “melhor mas mais pequeno”, o futuro seja mesmo ter maior número para ser melhor?


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