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És tão mau, quanto mais desculpares o fracasso…

O facto de ser bom ou mau fotógrafo não está apenas relacionado com a capacidade técnica de execução. Sermos fortes psicologicamente atrai vantagens para o sucesso.

Aparentemente o titulo pode ser um pouco confuso, mas acaba por fazer sentido. O artigo de hoje fala do sucesso fotográfico e da capacidade de adaptação às condicionantes existente para a realização do nosso trabalho. Dizer que um fotógrafo é bom porque tem uma boa câmara, ou mau porque não tem o material necessário, são desculpas de mau perdedor.

A prática é aliada da perfeição, como temos vindo a apregoar. Independentemente do material, dos sujeitos/objetos a fotografar ou até dos locais onde realizar as sessões fotográficas, o importante é mantermo-nos ativos. Existem um sem número de exercícios fotográficos que podemos praticar em casa, num quarto, sem equipamento específico. Basta termos imaginação.

É esta imaginação que nos pode alavancar para um patamar superior na longa caminhada para o sucesso. Ser igual a outro é fazer de nós um fotógrafo tão bom, ou tão mau, quanto ele. É assim em tudo na vida, até nos móveis que temos em casa. Há quem adore o IKEA, há quem o odeie. Os primeiros alegam a variedade de modelos e soluções em concordância com a acessibilidade de preço. Já os segundos criticam a falta de originalidade que paira em qualquer lar, tornando-os todos iguais.

Mas não é pelos produtos que comercializa, que o monstro sueco tem direito a tempo de antena neste artigo. Foi durante 2009 e 2010 que Paul Bartunek e David Seger gravaram uma web series, dentro das instalações do IKEA. Até aqui nada de novo, não fosse o total desconhecimento por parte de funcionários e responsáveis de loja. Dois anos de gravações, edições e publicações online de vários episódios de uma série tão normal como qualquer outra. Aliás, a julgar pela qualidade da ficção nacional, quase podemos sugerir que alguns argumentistas fossem fazer um curso com estes “idiotas” (idiotas de “detentores de ideias“).

O primeiro episódio da Série IKEA HEIGHTS:

 

Não sabemos qualificar a atitude dos protagonistas, mas o certo é que, das adversidades criaram oportunidades. Sem ter cenários para levar a cabo a sua ideia, resolveram utilizar o maior local disponível. Autorizações? Nahhhh, demoram muito tempo e provavelmente não seriam atribuídas.

Não nos querendo desviar do tema principal que pretendemos apresentar, convém retirar desta história que foi a capacidade de improviso que dotou estes “pequenos génios” de fama. Fama essa que não traz mais nada senão a possível abertura de novas portas e oportunidades. Pensem, seja “ridículos” e tentem. O mais provável é falharem, mas afinal o que importa não são as vezes que caimos, mas sim as vezes que nos levantamos. Um dia vamos acertar, … e vamos vencer! Um dia vamos descobrir o que nos vai dar o acesso ao topo da pirâmide. Depois, só precisamos de continuar a trabalhar.

 

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