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É tão bom tirar más fotografias!


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Todo o fotógrafo é humano e Errar é humano, como todos nós sabemos e já ouvimos dizer. Mas o que nos pode trazer de bom, uma má sessão fotográfica? Simples…! As más fotografias ensinam-nos muito mais do que as boas…

Desengane-se quem acha que todo o o fotógrafo profissional é perfeito. Não, isso não é de todo verdade. O que acontece, isso sim, é que a experiência e a capacidade de lidar com o stress o ajudam a ultrapassar as adversidades. Todos tiram más fotografias, até mesmo os mais profissionais.

Com a proliferação da informação no Mundo Digital, é fácil conhecermos as histórias de muitos profissionais que, tal como nós, gostam de partilhas os bons e os maus momentos. Com um pouco de persistência, conseguirão assistir a uma dezena (pelo menos) de vídeos com relatos de momentos menos bons que viveram enquanto fotógrafos.

O sucesso é feito de persistência e de muita prática. Desistir é para os fracos ou para os indecisos quanto à sua vontade de prosseguir no mundo da fotografia. Existem momentos na vida em que outros problemas se sobrepõem ao divertimento, aniquilando totalmente a vontade de fotografar. É nestes momentos que devemos intensificar a nossa prática, o nosso exercício.

Um dos truques que temos para vos relembrar é que não se mantenham num só local, com uma única ideia para fazer aquela fotografia que vos vai dar mais um trabalho, mais uns likes nas Redes Sociais ou até mesmo aumentar o número de seguidores. É normal tirarmos centenas de fotografias, aproveitando apenas uma ínfima parte desse número. Aliás, essa é a razão pela qual devemos tirar tantas fotografias quanto possível; aumentar a probabilidade de captar uma boa!

Mas então qual a diferença entre nós e os profissionais? Em primeiro lugar a experiência. Podermos puxar dos galões e termos capacidade e conhecimento que nos permitam o improviso, essa arma tão poderosa. Depois temos a quantidade de fotografias e a capacidade e o conhecimento para as tratarmos. Com iso aparece outra grande diferença entre o profissional e o amador… o grau de exigência!

Sermos exigentes com o nosso trabalho, abstraindo-nos de que o mesmo foi feito por nós próprios, tornando-nos o nosso principal crítico é uma prática que devemos levar a cabo com regularidade. Colocarmo-nos no lugar do potencial cliente e perceber se “comprava esta fotografia” ou se a “pendurava na parede de casa” pode trazer-nos uma certa verdade cruel quanto à qualidade do nosso trabalho.

Por último, esqueçamos a sede das publicações e das Redes Sociais e escolhamos apenas e só as fotografias que nos dão vontade de olhar para elas mais do que uma dúzia de vezes. O orgulho no nosso trabalho deve ser apresentado, isso sim, à comunidade. Quanto às restantes fotografias, guardem-nas, estudem-nas e percebam o que falhou. Da próxima vez, estamos certos, que tentarão algo diferente.

 

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